Caso ocorreu fora da escola e gerou grande repercussão nas redes sociais
Um caso de agressão envolvendo estudantes da rede estadual de ensino em Andradina gerou forte repercussão nas redes sociais nas últimas semanas. Segundo informações divulgadas inicialmente por veículos de comunicação do município, dois alunos se envolveram em uma briga durante a saída da escola, resultando na agressão física de um deles.
A vítima é um estudante com diagnóstico de deficiência intelectual e transtorno do espectro autista (TEA), o que intensificou a comoção e a indignação entre moradores da cidade. Diante da repercussão, a reportagem entrou em contato com a Secretaria Estadual da Educação em busca de esclarecimentos. Em resposta por e-mail, o órgão confirmou a ocorrência e detalhou as medidas adotadas.De acordo com a Unidade Regional de Ensino (URE) de Andradina, o episódio aconteceu fora das dependências da escola.
A equipe gestora, ao perceber o conflito, agiu rapidamente para separar os envolvidos e iniciou procedimentos de mediação.Em nota, a URE ressaltou que repudia qualquer forma de agressão ou incitação à violência, dentro ou fora do ambiente escolar. Ainda segundo o órgão, os responsáveis pelos estudantes foram convocados para prestar esclarecimentos e tomar ciência das providências adotadas, conforme as diretrizes do Programa de Melhoria da Convivência e Proteção Escolar (Conviva).
Entre as medidas implementadas estão o registro de Boletim de Ocorrência, o acompanhamento psicológico por meio do programa Psicólogos nas Escolas e o registro do caso na plataforma Conviva, utilizada para monitoramento de ocorrências na rede estadual.A Secretaria também destacou que o aluno agredido possui laudo de deficiência intelectual e recebe atendimento pedagógico adequado, conforme previsto na legislação.
Por fim, a URE informou que a entrada e saída dos estudantes são acompanhadas diariamente por monitores e reforçou que permanece à disposição para prestar esclarecimentos à comunidade escolar. O caso segue repercutindo entre moradores, especialmente nas redes sociais, onde muitos cobram medidas mais efetivas para garantir a segurança dos alunos.
FONTE: ANDRADINA NOTÍCIAS

